Velas ao vento

A minha empresa (fica aqui a publicidade) levou-nos todos a passear para o Tejo, na Mega Super Regata Safira. À parte de eu ser completamente naba e ir parar à doca errada, e de não haver muito vento, foi divertido. Estreei-me como Mulher do Leme, que não tinha experimentado no mesmo evento o ano passado, e posso dizer que navegar um barco não é sequer parecido a conduzir um carro. O barco anda porque o vento bate nas velas, e é sempre preciso estar a corrigir a rota. Termos como estibordo, bombordo, caçar e folgar, arribar e bolina entram por uma orelha e saem por outra quando não são aplicados. E confesso que continuo sem perceber quando tenho que virar para a direita ou esquerda, perdão, estibordo ou bombordo, para apanhar melhor o vento, e continuar a andar para onde quero.

Enfim, o sol a queimar a pele, o vento a bater no rosto, e o murmurar da água a ondular por baixo do barco adicionam à experiência, que aconselho vivamente. E pergunto-me quão cara fica esta actividade, e se viver num barco é uma alternativa viável a comprar uma casa (aquele onde andei até tinha televisão! o_O).

Barcos Regata

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