Welcome to Northrend

6 meses depois de recomeçar a jogar, 5 meses depois de estar na fila para a GAME à meia-noite do dia de lançamento da Expansão The Wrath of the Lich King, lá estou eu a finalmente entrar em Northrend (para jogar) e ver o continente novo!

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Já tinha experimentado o conteúdo da nova expansão do World of Warcraft quando fiz um personagem Death Knight. A primeira das Hero Classes do jogo, começa logo a nível 55, sendo a sua área inicial espectacular de jogar com quests engraçadas: desde roubar um cavalo, esconder-se dentro de um carro para ser levado por um NPC através de uma zona de elites, explodir com tropas e voar de dragão.

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A implementação dos Death Knights por parte da Blizzard não deixa de ser um pouco estranha. Por um lado, é dificil de perceber como se joga. Não tem mana, rage ou energy. Tem runas, que geram runic power. Gastas runas para fazer spells, que geram runic power. A curva de aprendizagem é muito mais ingreme do que com um personagem normal porque começas com uma arvore de talentos quase preenchida, montes de abilidades que não sabes usar, etc, etc. Mas não lhes chamam hero classes por nada, ne?

Por outro lado, o DK é mais forte que uma personagem normal do mesmo nível. Eles geram doses massivas de dano. Qualquer jogador que tenha um personagem acima de 55 pode fazer um DK em qualquer servidor, mesmo em servidores PVP, o que me parece um bocado batota, porque evita todas aquelas coisas “fixes” de nivelar num servidor PVP, de ser ganked a cada esquina de STV. Pelo menos até nivel 58.

O resultado é metade da população do servidor transformar-se em DKs, mesmo que a maior parte deles não saiba bem o que estão a fazer.

Eu voltei à minha personagem (Troll Shaman, agora nível 70), com objectivo em mente de ir para Northrend, que consegui finalmente no fim-de-semana. Primeira impressão: awesome!

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Existem duas áreas iniciais em Northrend, Borean Tundra e Howling Fjord. A Horde acede através de Zepelin, das torres novas  adicionadas à porta de  Orgrimmar e  Undercity.  (A Alliance acede por barcos, que partem do novo porto de Stormwind ou de Auberdine).  Desembarcamos em Warsong Hold e partimos à aventura.

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As primeiras quests envolvem matar x bichos, e apanhar y caixas, como já é costume, mas uma coisa diferente que gostei muito foi a possibilidade de arranjar “Homies” ou “Buddies”. Presos em teias, na área inicial, podes encontrar NPCs de warriors, druidas e mages que te seguem durante uns minutos, facilitando a tua vida bastante, e depois vão se embora. Cheguei andar com 3 atrás. Que festa!

Para além disso, andei de tapete voador, conduzi uma espécie de tanque (que também permitia apanhar buddies) e a maneira como sais do tank é ser disparado e cair de pára-quedas! Aliás, não era bem um tanque, porque eu podia pôr serras a funcionar à frente, para matar undeads, e disparar minas para explodir tudo à minha volta.

Outra novidade da expansão são os heirlooms, itens que podem ser passados entre personagens da mesma conta, e que, pasmem-se, dão mais 10% de XP a quem os usa. Eu, como qualquer alt lover, quero um. O meu namorado já tem um para o seu novo Orc Warrior Smarmodon.

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Espreitem a minha personagem aqui.

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Filed under jogos, World of Warcraft

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