Busy Bee – Parte 2

Esta semana foi bastante interessante, cheia de eventos e ideias. Ora vejamos…

D&D Day em Coimbra

Sábado rumámos a Coimbra num Suzuki Swift para participar no D&D Day organizado pela malta do Tá Quinas. Lá chegados, a um centro comercial com uma estrutura um pouco estranha, no sétimo piso tínhamos a esplanada quase toda para nós, onde, curiosamente havia chapéus de sol…

Eu tive a honra de ficar na muito famosa mesa das Meninas, que tem sido tradição nos D&D days de Coimbra. Desta vez do lado de fora do DM Screen, calhou-me a personagem Wilden Battlemind de nome Zazenna. Não era aquela que eu inicialmente queria, já que tanto o Monk como o Runepriest me tinham despertado mais curiosidade, no entanto achei por bem existir um Defender à mesa, e dado o interesse das outras raparigas fiquei-me pela sra. Planta Psionica.

A mesa do Tularis onde ficaram o meu namorado e os meus jogadores habituais jogou sem Defender e safou-se bem, nós por outro lado fez-nos falta o Shardmind Psion e os seus conhecimentos de Arcana nos skill challenges, o que me leva a pensar que falhou algo na construção das personagens. Sendo o Psion opcional, não devia ter sido garantido que havia outro personagem com Arcana na party?

O jogo desenrolou-se com mais ou menos dificuldades. O primeiro combate foi o mais dificil, sendo que os monstros pareciam não parar de aparecer e a wraith tinha uma aura de pelo menos 3 quadrados que deixava os jogadores Dazed sem direito a save ou ataque. Imba?!

O resto não me pareceu ser tão difícil, a aventura tinha dois skill challenges e a história não me pareceu muito coesa. No entanto adorei os personagens! Felizmente tinha lido sobre os personagens antes da sessão, sobretudo os personagens psiónicos e os seus power points, permitindo explicar essa mecânica aos outros jogadores e ao DM (não sei se isto estava explicado no livro do DM, não tive acesso). Adoro a mecânica das runas no Runepriest, que me parece finalmente ser uma personagem divina que eu gostava de jogar. Gosto do conceito do Seeker, aliás adoro arqueiros, apesar de nunca ter jogado um. E a minha Battlemind, awesome! Posso marcar gajos ate 3 quadrados de distancia, podendo gastar um powerpoint para marcar 2, e sempre que um monstro marcado ataca alguem que não eu posso activar um Mind Spike (uma vez por ronda), reflectindo o dano feito ao meu aliado em dano psiónico. Os dailys não me impressionaram especialmente, mas também não tive oportunidade de os usar. Também gostei da habilidade de ganhar resistências. Está uma classe interessante, diferenciando-se dos defenders já existentes.

Diverti-me imenso e espero estar lá na próxima iniciativa.

Star Wars in Concert

Depois de uma saga para comprar bilhetes envolvendo cartões de crédito e cartas não lidas do banco (cof!), segunda-feira fui mais o André até ao Pavilhão Atlântico assistir ao concerto de música de Star Wars, acompanhada ao som de clips do filme e apresentada por Anthony Daniels, o actor que representou o andróide C3PO em todos os filmes da série.

O ambiente estava muito bom. Havia mini Jedis a brincar com sabres de luz, e pessoas em fila para tirar fotos com os stormtroppers. A exposição, com adereços dos filmes, estava à pinha, mas não demorei por lá visto reconhecer os itens da exposição no museu da electricidade em 2006 (wow, já foi à 4 anos!), que pude visitar.

A música é excelente e fantástica ao vivo. O Anthony Daniels lá deu umas palavrinhas de português, contando-nos a história pela ordem cronológica. Os clips estão bem feitos para seguir a música, no entanto o meu namorado achou no mínimo estranho terem que recorrer tanto a imagens da prequela quando se contava a história da trilogia original. Já sabemos que as prequelas são digitalmente mais bem conseguidas…

Fiquei cheia de vontade de voltar a ver os filmes para usufruir não só da música como também do filme em si.

O momento da noite foi a salva de palmas final em que todo o pavilhão se levantou a honrar a orquestra, o maestro e o próprio Anthony Daniels. As palmas não pararam até termos direito ao encore e podermos ouvir mais uma vez a Marcha Imperial, que ficou na minha cabeça a ressoar até o dia seguinte.

Foi espectacular!

Origami @ As Escolhas de Sofia

Na quinta-feira, na loja As Escolhas de Sofia, no Chiado, Fernando Nascimento esteve presente para uma fantástica exposição de origami e para um pequeno workshop. A exposição vai estar por lá durante um mês.

Não partilho a paixão ou febre do Origami como a S. ou a outra S. que não conseguem estar cinco minutos sossegadas sem começar a dobrar papel. Até pacotes de açúcar servem para fazer Tsurus. No entanto, fez-me pensar que podia experimentar dar uso aos livros de Origami. Os modelos são muito bonitos e dão uns presentes engraçados.

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On the Edge

Uma das coisas que o meu novo IPod Touch me permite experimentar é ler e-books com uma aplicação bastante simpática chamada stanza. Arranjei alguns livros, nomeadamente o On The Edge da Ilona Andrews, que já referi por estes lados como sendo a autora da série Kate Daniels. Hoje, como não houve sessão tomei como missão arrumar o escritório, mas fui distraída por este livro. Tenho andado a ler sempre que tenho oportunidade e hoje não descansei até o acabar.


Ilona Andrews apresenta-nos outro mundo fantástico, na verdade, são mais ou menos 3. O Broken, onde não existe magia, o Weird, onde as pessoas mágicas vivem e o mundo no meio, The Edge. Desta vez a história é narrada na terceira pessoa, permitindo mostrar os pontos de vista de diferentes personagens, nomeadamente Rose, a personagem principal, e os seus irmãos, os curiosos Jack, um shapeshifter e Georgie, um necromancer.

O livro está recheado de humor e romance entre Rose e Declan, um nobre do Weird. Apesar de mundos diferentes, podem-se fazer alguns paralelos entre a sua relação e de Kate e Curran. Aliás muitas vezes Rose me fez lembrar Kate no seu discurso “Ah, eu quero beijá-lo. Ah, ele não gosta mesmo de mim. Bla, bla, bla…” but I kind of like it😛 que posso dizer, fico caidinha por histórias de amor.

Gostei muito, sobretudo do fim. E fiquei a pensar como raio ia haver uma sequela, no entanto, depois de consultar o site, parece-me que o próximo livro, a sair em Setembro, vai rodar em torno de outros personagens. Foi um alivio.

Como bónus, de certa forma pelo menos, no fim do livro está o primeiro capitulo do Magic Bleeds. Devo dizer que não fiquei muito surpreendida pelos primeiros momentos… até me admirava que por uma vez as coisas até corressem bem para Kate. Como diria a S., já só faltam 58 dias…

3 comentários

Filed under Dungeons & Dragons, livros, Música na cabeça, musica, rants, Roleplay

3 responses to “Busy Bee – Parte 2

  1. Não percebes, assim que as cenas entre os dois começarem a funcionar toda a piada dos livros vai-se, sigh… e infelizmente vai ser neste q eles se entendem quase de certeza, mas ao menos temos capitulos e capitulos da Kate completamente furiosa
    “Hell hath no fury like a woman scorned” hehehehe
    e perdi oportunidade de ganhar uma das 5 ARCs que eles ofereceram no blog, mas pelo aspecto há uma das vencedoras que não reclamou o prémio, por isso *fingers crossed*

  2. Sim, eu compreendo isso. O que não quer dizer que não goste de finais felizes…

  3. Famine

    Tivemos todo o Gosto em vos ter recebido, e contamos convosco para a próxima iniciativa.

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