Echoes of Heroes – A história até agora – parte 1

Depois dos acontecimentos indicados no relato anterior, a campanha continuou. Aqui está a história até agora:

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Mikal e Lo-kan, um barbarian goliath que Mikal conhecera durante a guerra, juntaram-se aos restantes, Vril Dox, Bran d’Deneith, VII e Sariel Regalport na exploração das ruínas goblin e na missão de queimar Kruthiks e recuperar alguns ovos para a pesquisa do Prof. Grissom Stronghammer, da Morgrave University.

Após um dia a explorar as salas, armadilhas que transformavam escadas em rampas debaixo dos seus pés, ou câmaras recheadas de mortos-vivos e uma piscina de sangue que borbulhava e apetecia beber, o grupo descobriu o túmulo de Ashurta, um guerreiro goblin do tempo do império Dhakaani, que vivera antes da queda e derrota desse império nas mãos dos terrores do Far Realm. Na grande câmara onde descansavam os seus restos mortais, uma enorme estátua iluminava as alcovas cobertas de esqueletos de goblinóides, sendo que poucos instantes depois de entrarem na sala, as luzes apagaram-se e sons de pedra a partir-se revelaram goblins morto-vivos, os antigos guarda-costas de Ashurta, virem desafiar os ladrões de túmulos. O sarcófago de Ashurta abriu-se e também ele se juntou à luta, empunhando uma espada terrivelmente afiada.

Não foi sem alguma sorte que o grupo conseguiu eliminar Ashurta e os seus guerreiros. No fim, quase mortos, ficaram a lamber as feridas carregando consigo a espada mágica de Ashurta, que parecia ter a fantástica capacidade de mudar de forma, de dagger para longsword, para broadsword.

Deixando os seus companheiros, atravessando sozinha as salas do túmulo e as ruas sinistras de Sharn, Sariel deixou-os para uma missão pessoal. O que fez enquanto ausente não contou a ninguém, mas voltou com a última edição do Sharn Inquisitive, onde um artigo falava sobre eles e as suas aventuras nos céus de Sharn contra Aric Blacktree, encontrando os seus companheiros prontos para explorar o resto das ruínas.

Não havia mais salas a explorar. Mas ainda não tinham encontrado o ninho dos Kruthiks ou ovos de Kruthiks voadores.

Ninho dos Kruthiks

Ninho dos Kruthiks

Uma das salas pela qual tinham passado, uma sala com estátuas de displacer beasts tinha um buraco no tecto (onde na altura, um kruthik voador tinha surgido). Decidiram entrar por aí, rastejando em túneis escavados por entre os alicerces das torres de Sharn, cobertos de substâncias viscosas. Após vários metros de curva e contra-curva, chegaram ao ninho onde tiveram que lutar com o “rei” dos Kruthiks, guardaram alguns ovos e queimaram tudo o resto.

Molric, o anão mal-disposto e rabugento, bem, mais que um anão normal, pagou-lhes a recompensa devida, assim com o prof. Grissom pelos ovos. Já o prof. Beril, ficou muito excitado quando lhe mostraram a espada de Ashurta, a que VII tinha ficado muito ligada, contando-lhes que fazia parte de um artefacto goblin, a Ashen Crown, que entre vários poderes tinha a capacidade de ressuscitar os mortos. O prof. pediu para ficar com a espada durante um dia para a poder comparar com alguns documentos históricos. VII aceitou a custo.

Após uma noite de merecido descanso. O grupo recebe uma mensagem de um tal Capitão Kalaes, da King’s Citadel, agentes especiais ao serviço do rei de Breland, para se apresentarem na sua sede. O capitão sabe que recuperaram um artefacto de origem goblin e pede a ajuda dos companheiros para uma missão para ajudar Breland a ajudar uma facção “mais” pacifista de goblins, os Wordbearers, a recuperarem a Ashen Crown. O grupo está relutante, mas acaba por aceitar e fazer um juramento de honra. Moss, um druida shifter, agente da Citadel junta-se a eles nesta missão.

Capitão Kalaes

Capitão Kalaes

Com um novo companheiro, vão falar de novo com o Prof. Beril. Ele está acompanhado por uma elfa que usa uma máscara em forma de caveira e um elfo com uma tatuagem de caveira no rosto, que estão interessados em comprar a espada de Ashurta. Mas o grupo não está interessado. Desconfiado, Vril fica para trás para seguir os elfos e vê-os partir num “taxi” voador. Os seus companheiros partiram sem ele e encontraram problemas numa viela escura entre torres, um ataque de vários humanóides liderados por uma tiefling utilizadora de magia.

Com algumas dificuldades, os sete conseguiram eliminar os seus inimigos, com excepção da tiefling, que se teleportou para fora de vista, e fora de alcance. Sem conseguir ir em perseguição, o grupo separou-se. Uns foram em busca de divertimento nocturno, outros de informação.

Entre rumores de Skullborn, confrontos entre goblins e zombies, e uma aposta falhada num combate do Blood Ring, no dia seguinte receberam uma mensagem preocupada do Prof. Beril. Chegados ao seu apartamento, aguardava pelo grupo vários mortos-vivos, um deles escondido por uma ilusão da imagem da elfa. Do professor não havia sinal.

Uma airship da casa Lyrandar aguardava-os na manhã seguinte para os levar para a fronteira com Droaam, a nação de monstros, onde o grupo iria tentar travar amizade com os Wordbearers e auxiliá-los a obter os restantes pedaços da Ashen Crown.

Foi uma viagem pacífica pelos céus de Khorvaire, desde a cidade das torres, sempre rodeada de nuvens até Ardev. Ali, o associado da Citadel arranjou-lhes cavalos para chegarem até às montanhas, não sem alguns incidentes pelo meio.

Foram atacados por um grupo de bandidos, minotauros e gnolls que exigiam o pagamento de portagem. Foram também atacados por um esquadrão da Emerald Claw, de onde resultou a morte de Moss, ferido mortalmente em combate. À entrada do desfiladeiro para Six Kings, onde o rosto escavado de goblins na montanha lhes fornecia sombra, goblins, marcados com as cicatrizes típicas de Bladebearers, a facção oposta a que tinham planeado ajudar, também os atacaram.

Apesar da morte de Moss, das feridas obtidas nas várias lutas ao longo do caminho, conseguiram chegar ao local indicado por Kalaes, onde vários goblins e hobgoblins de ar sério vieram ao seu encontro. Dois deles, chamavam a atenção. Tikulti, o agente infiltrado da Citadel, de armadura preta e adaga de jóias incrustadas e Yeraa, a lider deste bando de guerreiros. Vril e Bran tentaram com os seus modos mais diplomáticos convencer Yeraa e os outros goblinoides que eram aliados, apesar de um ou outro comentário fora de tom de VII e Sariel. No fim, os goblins convidaram-nos para um ritual, um combate “amigável” um-a-um, goblin vs. herói. Dependendo do resultado poderiam considerariam se eram aliados ou não.

Wordbearers

Após os primeiros combates, os goblins estavam com vantagem, no entanto, com umas dicas de estratégia de Bran, e alguns golpes de sorte, conseguiram dar a volta ao resultado e sair a vencer. Os goblins aceitaram-nos como fortes guerreiros e convidaram-nos para o jantar. No dia seguinte iriam para as profundezas de Six Kings, procurar os dois pedaços da coroa que estariam lá em baixo.

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